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POEZINE-SE II

Neste segundo volume, o Poezine-se tem a honra de trazer os textos da uberabense e poetisa Jamila Costa. 

domingo, 1 de setembro de 2013

ANDOVENDO SERIADO: CONTOS DO EDGAR


Edgar Allan Poe é um escritor, editor e crítico literário norte americano, que viveu entre 1809 e 1849. É muito conhecido por suas estórias que geralmente envolvem o misterioso, o sinistro e o macabro. Reza a lenda que ele foi o primeiro a tentar ganhar a vida exclusivamente por meio da escrita. Quem me apresentou as obras do cara foi um tio, que já o admirava de longa data. Um de seus trabalhos mais famosos é o poema "O Corvo", que serviu de inspiração para um filme de mesmo nome.

Em Abril e Maio deste ano foi transmitida pela Fox Brasil uma micro-série de TV em cinco episódios, "Contos do Edgar", produzida pela O2 Filmes e dirigida por Pedro Morelli, que é uma adaptação de alguns textos de Edgar Allan Poe, transpostos para a realidade de São Paulo dos dias de hoje. Cada episódio apresenta uma história paralela, presenciada e vivida indiretamente por Edgar (Marcus de Andrade) e Fortunato (Danilo Grangheia), além de criar um mistério em torno da relação entre estes personagens principais.


Eu tenho mais do que um apreço pelas produções brasileiras e quando fiquei sabendo deste projeto, logo me interessei. É um suspense/terror, estilos pouco explorados por aqui, com a cara e a pegada tupiniquim. Outra coisa que me agradou é a duração, tanto a série quanto os episódios são curtos, é bem agilizado, sem mimimi. Eu assisti, gostei bastante e recomendo, e olha que nem sou um adepto do gênero.

Sinopse: 

Edgar é um homem de 39 anos. Sua vida mudou para pior após o bar em que trabalhava ser fechado pela prefeitura e sua esposa Lenora desaparecer. Um dos seus amigos de infância, Fortunato, dono da dedetizadora “DDT Nunca Mais” aparece para ajudá-lo, dando-lhe um trabalho e deixando que durma no escritório. A relação entre os dois é cheia de conflitos. Edgar tem certeza que Fortunato está envolvido no desaparecimento de sua esposa e planeja se vigar. Por isso aceita a ajuda do “amigo”. Fortunato, por outro lado, não tem ideia dos planos sinistros de Edgar, que são revelados apenas a um pombo cinzento, em referência à mais aclamada obra de Poe, O Corvo (The Raven) e que simboliza, para Edgar, a morte da sua esposa.